Pular para o conteúdo
Lion Dedetizadora Lion Dedetizadora
Dengue, zika e pernilongo

Controle de mosquitos em Brasília/DF

O mosquito que pica você não voou de longe. Na quase totalidade dos casos, o criadouro está dentro do imóvel ou no vizinho de muro.

Se alguém do imóvel está com sintomas

Febre alta repentina, dor atrás dos olhos, dor no corpo ou manchas na pele pedem avaliação médica no mesmo dia. Dengue é doença de notificação obrigatória — a unidade de saúde comunica a vigilância, que faz a busca de foco na região. Controle no imóvel é parte da solução, não substitui atendimento.

Primeiro: qual mosquito é o seu?

São duas espécies diferentes, com hábitos opostos — e o tratamento muda completamente conforme o caso.

Aedes aegypti — o da dengue

  • Pica de dia, com pico no começo da manhã e no fim da tarde;
  • É silencioso e pica geralmente nos pés e tornozelos;
  • Cria em água limpa e parada: prato de planta, calha, laje, caixa d'água destampada, garrafa, pneu, bebedouro de animal;
  • Voa pouco — o criadouro costuma estar a poucas dezenas de metros.

Culex — o pernilongo, muriçoca

  • Pica à noite e é o do zumbido no ouvido;
  • Cria em água suja e parada: fossa, caixa de gordura, ralo entupido, córrego e esgoto a céu aberto;
  • Não transmite dengue, mas tira o sono e pode transmitir outras doenças.

Por que isso importa: quem está sendo picado à noite e trata o quintal atrás de água limpa não resolve nada. E quem tem foco de dengue e manda passar fumacê também não — o motivo está no tópico seguinte.

O ovo sobrevive à seca de Brasília

Este é o ponto que quase ninguém sabe, e explica por que o problema volta todo ano no mesmo lugar: o ovo do Aedes resiste mais de um ano seco, grudado na parede do recipiente. Ele não morre na estiagem — fica esperando.

Quando chega a primeira chuva de outubro e a água toca o ovo, ele eclode. Por isso não adianta esvaziar o vaso: é preciso esfregar a parede para desprender os ovos. Vaso apenas virado, com ovos secos na borda, volta a produzir mosquito na próxima chuva.

Onde estão os criadouros, na ordem em que aparecem

  • Prato de vaso de planta — o campeão absoluto;
  • Calha entupida e laje com desnível que segura poça;
  • Caixa d'água sem tampa ou com tampa quebrada;
  • Bebedouro de animal e vasilha de água para pets;
  • Piscina sem tratamento, capa de piscina com água em cima;
  • Ralo externo pouco usado, área de serviço e lavanderia;
  • Material de obra: balde, lata, carrinho, pneu, telha empilhada;
  • Bromélia e planta que acumula água na folha;
  • Caixa de inspeção e de gordura — aqui é o Culex.

Como funciona o controle

1. Varredura de criadouros

O técnico percorre o imóvel ponto a ponto, incluindo laje, calha, área externa e caixa de passagem. Esta é a etapa que decide o resultado: sem criadouro não existe mosquito, por mais produto que se aplique.

2. Eliminação e correção

O que dá para eliminar, elimina-se. O que não dá, se veda ou se corrige: tela no extravasor, tampa na caixa d'água, desentupimento de calha, ajuste de caimento. Recipiente que fica é esfregado, não só esvaziado — pelo motivo dos ovos explicado acima.

3. Larvicida onde a água precisa ficar

Em reservatório que não pode ser esvaziado, aplicamos larvicida de uso autorizado, que impede a larva de virar mosquito sem tornar a água imprópria. É o mesmo princípio usado nos programas públicos de controle.

4. Tratamento dos abrigos do adulto

Aplicação residual nos pontos onde o mosquito adulto descansa: parte baixa de parede sombreada, atrás de móvel, vegetação densa e área de sombra. Reduz a população que já está voando enquanto os criadouros são cortados.

5. Orientação e retorno

Você recebe por escrito o mapa dos criadouros encontrados e a rotina de conferência — que é semanal, porque o ciclo do ovo até o mosquito adulto leva cerca de sete a dez dias. Em imóvel com histórico, fazemos retorno de monitoramento.

Sobre o fumacê

O carro do fumacê e a nebulização matam o mosquito adulto que está voando naquele momento. Não alcançam ovo nem larva. Por isso são usados pela saúde pública em situação de surto, para cortar a transmissão rápido — e não como método de controle.

Se alguém oferecer fumacê como solução definitiva para o seu imóvel, desconfie: no dia seguinte os ovos que estavam nos criadouros continuam lá, prontos para eclodir.

O limite honesto deste serviço

Nenhuma empresa elimina dengue sozinha. O Aedes voa pouco, mas o suficiente para atravessar um muro. Se o terreno baldio ao lado está cheio de entulho com água, o seu imóvel vai continuar recebendo mosquito mesmo impecável por dentro.

O que o serviço faz, e faz bem: zerar o que está sob o seu controle, reduzir a população adulta e te entregar o mapa do que precisa ser vigiado. Foco em imóvel vizinho ou área pública deve ser comunicado à vigilância ambiental do DF — e a gente orienta como fazer.

Perguntas frequentes sobre mosquitos

Estou sendo picado à noite. É dengue?

Provavelmente não. O Aedes aegypti, da dengue, pica durante o dia, principalmente no começo da manhã e no fim da tarde, e é silencioso. Picada noturna com zumbido costuma ser pernilongo (Culex), que cria em água suja — fossa, caixa de gordura, ralo entupido. O tratamento é outro, e é por isso que perguntamos o horário da picada no orçamento.

Já esvaziei tudo e o mosquito continua. Por quê?

Porque esvaziar não basta. O ovo do Aedes fica grudado na parede do recipiente e sobrevive mais de um ano seco. Na primeira chuva que encher de novo, ele eclode. É preciso esfregar a parede do vaso, do prato e da vasilha — não só virar.

O larvicida deixa a água imprópria?

Não. Usamos produto de uso autorizado para reservatório, na dosagem prevista — o mesmo princípio dos programas públicos de controle. Ele age sobre a larva e não torna a água imprópria. Ainda assim, larvicida é solução para o reservatório que precisa ficar cheio: onde dá para eliminar a água, eliminar é sempre melhor.

Vale a pena fazer fora da época de chuva?

Vale, e é quando rende mais. Na seca a população está baixa e os criadouros estão visíveis e vazios — dá para localizar, esfregar e corrigir com calma. Quem trata em agosto e setembro chega em novembro sem o problema instalado.

Atendem condomínio inteiro?

Sim, e em condomínio o efeito é bem maior. Como o mosquito voa pouco, tratar uma unidade isolada resolve pouco se a laje técnica, a caixa d'água comum e o jardim continuam produzindo. Fazemos a varredura das áreas comuns com relatório para a administração e orientação aos moradores.

Corte o criadouro antes da chuva.

Avaliação inicial gratuita em toda Brasília/DF.

Chamar no WhatsApp